porque ninguém (ainda) me entende assim
- Não precisa ter medo. Pode tocar.
- Posso?
- Pode.
-Nossa. Como elas são macias. Como tu as esconde tão bem?
- Não escondo.
- Não?
- Não.
- E como que eu nunca as vi antes?
- Disse bem: tu nunca as viu.
- Como assim?
- Nem todos podem vê-las.
- Continuo sem entender. Eu te conheço tem tanto tempo... como nunca percebi a existência delas? Tem certeza que elas não ficam escondidas?
- Tenho.
- Mas, então, como?
- Elas sempre estiveram aqui, só que agora tu pode vê-las.
- Por que antes não podia?
- Porque nem todos podem vê-las. É preciso estar pronto; é preciso estar aberto.
- E como, que dizer, quando tu as usa?
- Quando é preciso.
- Agora eu entendo tanta coisa. Entendo teu espaço, teu tempo, tuas necessidades. Te entendo, enfim.
- Não precisa ter medo. Pode tocar.
- Posso?
- Pode.
-Nossa. Como elas são macias. Como tu as esconde tão bem?
- Não escondo.
- Não?
- Não.
- E como que eu nunca as vi antes?
- Disse bem: tu nunca as viu.
- Como assim?
- Nem todos podem vê-las.
- Continuo sem entender. Eu te conheço tem tanto tempo... como nunca percebi a existência delas? Tem certeza que elas não ficam escondidas?
- Tenho.
- Mas, então, como?
- Elas sempre estiveram aqui, só que agora tu pode vê-las.
- Por que antes não podia?
- Porque nem todos podem vê-las. É preciso estar pronto; é preciso estar aberto.
- E como, que dizer, quando tu as usa?
- Quando é preciso.
- Agora eu entendo tanta coisa. Entendo teu espaço, teu tempo, tuas necessidades. Te entendo, enfim.
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